sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
O poema enquanto coisa - poesia visual de J. C. Brandão
O poema enquanto coisa - poesia visual de José Carlos Brandão:
http://issuu.com/jcmbrandao/docs/poema_enquanto_coisa
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Poema da faca enferrujada (poema visual de Ano Novo)
Um Ano Novo com muita paz, alegria, felicidade a todos os meus amigos.
http://issuu.com/jcmbrandao/docs/o_poema_enquanto_coisa_-_poesia_vis
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Poema sujo
poema visual do livro O poema enquanto coisa: http://issuu.com/jcmbrandao/docs/o_poema_enquanto_coisa_-_poesia_vis?utm_source=conversion_success&utm_campaign=Transactional&utm_medium=email
homenagem ao "poema sujo" de Ferreira Gullar, que, aliás, antes cometeu um "poema enterrado" (como o meu garrafão).
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
sábado, 20 de dezembro de 2014
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
domingo, 14 de dezembro de 2014
sábado, 13 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
sábado, 29 de novembro de 2014
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
A CORUJA
A CORUJA
No meu olhar o espelho do
animal
agonizante. Por que morrerei?
O que farei da imagem perecível
sem destino na noite do universo?
agonizante. Por que morrerei?
O que farei da imagem perecível
sem destino na noite do universo?
De que me vale o olhar,
preciso, inciso
na carne, no íntimo do que me fiz?
O que sou mais que imagem de uma imagem?
A cor do ouro que vejo, e deixo ver,
na carne, no íntimo do que me fiz?
O que sou mais que imagem de uma imagem?
A cor do ouro que vejo, e deixo ver,
encanta e engana. A vida é
cinza e sombra.
O que resta de mim além da casca?
Cai do relógio a música do efêmero,
e cego com a luz, os estilhaços
O que resta de mim além da casca?
Cai do relógio a música do efêmero,
e cego com a luz, os estilhaços
do cristal que me ferem e
iluminam.
O abismo dói. De que me vale o sonho,
a beleza, o absoluto? Amanho o medo
da dor que me alimenta e me assassina.
O abismo dói. De que me vale o sonho,
a beleza, o absoluto? Amanho o medo
da dor que me alimenta e me assassina.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sábado, 18 de outubro de 2014
A BIBLIOTECA DE BABEL
A BIBLIOTECA DE BABEL
as letras
costuram as palavras
as palavras
costuram as frases
as frases
costuram as páginas
as páginas
costuram os livros
os ratos roem
a roupa do rei
roem as letras
as palavras as frases
as páginas os
livros
o pó costura
as letras as palavras
as frases as
páginas os livros
o pó é o
destino final
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