segunda-feira, 10 de setembro de 2012
sábado, 8 de setembro de 2012
REFLEXÃO 1965
REFLEXÃO 1965
Existimos e
não existimos
o bem e o mal
são uma e a mesma coisa
amor e ódio
dão-se as mãos
paz e guerra
no homem coexistem
e tudo flui
incessante
o tempo
badala
plúmbeas
plumas
oscilação
perpétua
para cima
para baixo
o homem é
Deus e é o Nada
moto perpétuo
o mundo devir
para o caos
caminha.
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MEMÓRIA.
Eu já tive 18 anos de idade e fui aprendiz de poesia (ainda sou). E o meu mestre era Murilo Mendes. Para fazer esse poema (é preciso confessar?) eu me inspirei na Reflexão nº 1 de Murilo. Como é feio falar em inspiração, vai com todas as letras (embora fique mais feio): chupei esse poema de Murilo. Para azar, do poema que tem uma das passagens mais fortes dele:
"Ainda não estamos acostumados com o mundo
Nascer é muito comprido."
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
COMEMORANDO 100 MIL VISITAS
Poesia
No termo
dum ermo
raso,
e como
num vaso,
ao acaso
um gomo
do ocaso
do monte
defronte
a fronte
pendeu,
com tristeza,
sem firmeza,
e desa-
pareceu.
1964
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O meu agradecimento a todos que passaram por aqui - mais de 100 mil vezes. Soprem as velinhas comigo. Eu brindo a data oferecendo-lhes o meu mais antigo poema que tenho guardado (salvo engano, bem possível). Foram 813 postagens, desde agosto de 2007. Salve!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
terça-feira, 4 de setembro de 2012
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